È muito legal participar do Rally de regularidade, por que nos sentimos em família, a grande família, o Sr. Clis e toda sua trup de colaboradores, com certeza fez bonito, a competição não deixou a desejar em nada, desde a recepção, passando pela prova em si, e depois a fantástica comida!!!! HUMMMMM.... foi realmente de mais.
Saímos cedo de casa pegamos nossas carangas e motocas, penduramos algumas bikes no jipe, amarramos outras na pick-up, e sairmos destino ao III Rally de regularidade em bicicletas do DF, algo já estava a relatar a posição do nosso amigo Janus, pois antes de chegar lá no ponto zero a gente já tinha se perdido umas duas vezes, hehehe...
Por fim com o advento da telefonia móvel, conseguimos nos situar e chegar ao tal ponto zero, UFA!, daí em diante foi fazer as inscrições, ajustar as bikes, e esperar o inicio da prova, tinha até um reporter oficial, tirando fotos, para publicações ciclãs, Outros mais experientes passavam algumas informações para alguns iniciantes,daí então partimos!!!!
A cada “vai!” a galera já ia se sentindo os próprios bandeirantes desbravando as tão desejadas trilhas e estradões do núcleo rural Casa Grande, tracejados nas cartas guias dos alucinados “rallyseiros da família Clis” e assim foi indo, para o desespero total, o Janilson foi o 1º a largar, sendo assim aqueles que não tinham certeza do que estavam fazendo trataram de seguir o menino que não se achava, ele JANUS, hehehe... “não se deram bem!!!”, hehehe... daí em diante a prova seguiu cada vez mais interessante, muitos se perderam inclusive este aprendiz de escriba.
Como diria meu amigo clis: “Diferente das tradicionais provas de Mountain Bike, no Rally de Regularidade o que importa não é chegar na frente e, sim, chegar na hora certa, no lugar certo! O competidor precisa seguir as orientações na planilha, além de controlar seu tempo, para não adiantar e nem atrasar. habilidade e inteligência sobre duas rodas!” segui a risca!!!! hehehehe...
Em outro momento estava tentando entender minha planilha, e me deslocar no horário certo, não teve como, pois avistei dois loucos que estavam totalmente o contrário da minha posição, realmente aquilo me deixou perplexo, e me indaguei: “Será que to certo!”
A certeza já não me acompanhava a muito, daí foi partir para o neutrão (local onde recomeça a prova e todos se reorganizam) e de lá pude estudar melhor as papeletas de onde iria tentar arrancar pelo menos um ultimo lugar digno, mais essa proeza ficou por conta de um encaroso que desrespeitou as regras do Game e da natureza, tinham dito que era proibido perder papeis de planilha ou jogá-las nas trilhas, porem um dos nossos não deu ouvido para tal, e perdeu nada mais nada menos que 9.000 pontos, ou seja, se lascou mesmo, hehehe... só sobrou a ultima posição pra ele mesmo, mais não dá nada né, teve cambio e gancheira quebrada, pelo nosso amigo GanXA(novo apelido do genin) tivemos o porquin que tava doido pra pedar, o nino com sua nova ninorama de alta performace, o Sr. roberto dromedarios com seu olhar 47, tivemos o Don Luiz que chegou em 5º na categoria graduados, o pai Abraão que chegou em 6º na categoria turismo, e eu que fiquei em 3º na graduados, o saúdo foi muito bom, visto que já é tradição participarmos desta competição, ou melhor, a gente só participa desta, hehehehe....
No quisito organização, vejo que a cada rally o pessoal da família Clis só melhora, sendo que a evolução é extraordinária, e todos ali se dedicam muito para deixar a melhor impressão possível, nesta edição teve uma comida maravilhosa, muita água, frutas, e até um churrasquinho...
Parabéns aos organizadores, obrigado pelo incentivo à esse Clã de ciclões, muito obrigado mesmo, todos que estavam ali fizeram essa prova por que ela é uma competição diferente, e isso é o que faz do Rally de regularidades uma diversão sem igual no mundo ciclão!!!!
Até o próximo galera!!!!
Acordei às 6hs da manha e já fui no pedal pra rodoviária, pegar um buzão às 7hs pra Taubaté, onde teria um outro às 10hs já esperando pra São Luiz de Paraitinga, cidade que sediava o Big Biker Super Edition...
Com a felicidade estampada na cara, cheguei em São Luiz e fui direto pegar o kit pedal, que vinha com uma camiseta show de bola, plaqueta, revista, boné, chaveiro, barrinha de cereal... Esse kit é melhor do que o que ganhamos na Gol, quando viajo de avião...
Me achando o pão com ovo, fui andando pela cidade com o numero na bike, camiseta no peito, mochilão nas costas (aquela vermelha da Estrada Real), começava ali a peregrinação atrás de um deita esqueleto. Após ir em 12 pousadas e a mais barata custar 80 patacas (4 macacos), perguntei aos populares ribeirinhos onde tinha uma pousada baratinha... Achei uma por 20 ruelas (1 macaco). Ai pensei “ que sorte heim!!!”
Dada o esticar das hrs, foi chegando o pessoal, o restante. Já de cara para uma Sprinter da sundown e arma uma barraca gigante, contendo: duas camas de massagem, uma mesa grande com frios e gatorade tamanho família, igual aqueles de filme de futebol americano, uma baita oficina de bike, seis rolos de pedalar... Pensei de mim para comigo mesmo roendo uma rapadurinha, isso deve ser stand de venda de produtos, só pode... Eis que chega um ônibus da sundown e para bem na frente. Descem 4 massagistas, 4 mecânicos, 8 ciclistas e 10 bikes, fora os puxa saco... Nessa altura a rapadura que eu estava comendo já não estava mais tão doce quanto imaginava, mas pensei “categoria elite”. Depois disso chega mais um monte de carros de outras equipes e tal, o pessoal da Proshock, que por sinal foram super legais comigo, claro, minha bike é deles, nada como puxar um pouco o saco do cliente...
Escorrido todo o macarrão, estava na hr da largada. 18hs em ponto. A pedaloina a mil misturada com a rapadura pra dar o gás total... Já de cara uma decidinha ate passar a ponte. Caniatti, o pão com ovo, bem posicionado, já sai fritando na frente junto com o pelotão, eis que passa a ponte e começa a subida... PQP 3km de subida. Juro que olhei pra trás pra ver se não tinha ninguém segurando a bike. O pelotão da elite, aqueles do buzão, do gatorade tamanho família, então, passaram por todos como se estivessem em uma descida ou coisa parecida. Ali já estavam separando o joio do trigo sabe, tipo galera da bike, dos tiozinho de barra forte... Ai vem o decidão, o maravilha, 60km/h pedal a mil e entramos na terra. Ai vem à vantagem de se ter uma suspensão pra downhill, entrei moendo na terra e fui só passando o povo... Ai já de cara outra subidinha de 5km, ai já é pro cara começar a pensar numa nova estratégia, pois não sabia se o gás iria durar tanto e mais um pelotão da elite passa pela galera, tenho por mim que eles estavam de moto, mas continuando, tome-lhe subida e vem as retas, que é pro cara respirar um pouco né... Ai pedal comendo solto, rapadura na goela, um golão de tangorade (receita aprendida na Estrada Real) e mais uma subida... Essa hr eu já estava começando a desconfiar que estivesse no lugar errado, mas vamos lá... Ai vem a parte mais gostosa da brincadeira, o decidão... Juro que deve ter sido uns 10 min só descendo e como o pessoal que foi pra ER me conhece, não perdoei, desci alucinado... Mas essa altura o pão com ovo já estava meio zoado de tanta subida e como tudo que desce, SOBE e tome-lhe subida novamente... Essa hr o cabra pensa “o que eu to fazendo aqui?” um frio lazarento, um breu que nem a lanterninha de 34 leds iluminava o caminho, os caras da elite passavam moendo. Bom, pedaloina a cem, rapadura acabando, tangorade já não fazendo tanto efeito, outra decidona, porem essa vi que o troço não era brincadeira, um dos elite’s boy by sundown, havia batido numa vaca que estava deitada na estrada. Pensa comigo, se eu já estava a milhão descendo esmerilhando, imagina ele!!! é serio, não dava pra ver o papacu bovino, o cara quebrou o braço e a bike virou uma ceci, com formas circulares e uma monte de florzinhas na frente (lembrei do Kikozinho chorando por causa do mp3 dele). Bom, passado o congestionamento, que ate de bike em plena competição o povo passava devagar pra ver a desgraça dos outros, sabe igual batida de ônibus numa Ferrari, continuo no pedal a mil, digo a cem, ta bom a setenta vai...
Nessa hr, o gás já tinha acabado, a rapadura já era, o tangorade tava horrível, sobrou pedalar ate o fim com todas as forças que ainda sobravam, mas ai o que acontece? Uns 3km de subida pesada, megarange... égua... depois disso só reta ate a cidade.. ai é legal em cidade assim do interior, que o pessoal vai te aplaudindo, gritando, dando tchauzinho... isso deu um gás legal pra chegar ate o final mais feliz... ai avisto finalmente a linha de chegada, estava super perto, já entro no corredor de cones que dizia “não pode mais ultrapassar” ai não entendo mais nada, porque vejo o cone virando uma rua a esquerda e a chegada ta na reta, mas vamos seguir o cone né e claro, assim que viro a esquerda, outra subida, igual aquela do Venâncio 2000, nessa hr já não sabia se descia da bike e dava na cara dum, se largava ela ali mesmo, mas o espírito do Vai Encarar? não é esse e subi a tranqueira da ultima possível subida que existiria na prova...
Massa, olhei pro relógio e vi 2h 26m, sabia que tinha ficado uma penca de gente pra trás, estão pensei, fui bem né? Fui bem mau, isso sim... pra se ter uma idéia, o Avancini, o cara que ganhou a prova, fez em 1h 13m, ou seja metade do que eu fiz... to bem, sou pelo menos metade do cara né... e a bike dele é proshock também... depois descobri que o restante que ficou pra tras é da categoria sport e eu, o pao com ovo me cadastrei na pro, que é igual a elite...
Depois de ter tomado 1 litro de coca e destruir a engravanha que a tia do hotel de 20 patacas fez, fui pro quarto tirar uma pestana de 8hs pra tentar ficar zerado pro dia seguinte, que ainda tinham mais 80kms... juro que me senti o batman... naquele momento, na hr do deitar, entendi o porquê de só 20 patas (1 macaco) não tinha forro no teto e advinha quem ou quantos estavam ali? De monte assim ó... era cada morcego... mas o sono era maior e resolvi me cobrir com a coberta, que pelo menos “estaria” protegido. Porem depois de 500gr de rapadura, 2 litros de tangorade, engravanha da tia e 1 litro de coca, as pisadas de sapo eram inevitáveis... não deu pra ficar debaixo da coberta... acende a luz e deixa acesa, fazer o que..
Beleza acordo naquele gás todo, super esperto, me sentindo o pão com 2 ovo, olho no relógio e... 1hr da manha ainda... e quem disse que pegava no sono??? Ta depois das 3:30hs fui dormir um teco e lá estava eu, as 7hs tomando aquele delicioso e inigualavel cafe da manha. chafé preto, leite fervendo, ate diria borbulahndo, um pão macio igual broa de milho e a manteiga que, segundo a tia que ficou hrs explicando, era feita do leite da vaca da mulher do vizinho... e o suco, que delicia, suco fantasia, conhece? ate hj to tentando imaginar do que era aquele suco. tomado o big cafe, às 7:40hs, marcando a saída, conversando com o pessoal e regulando o freio traseiro, que claro acabou na descida... mesma coisa, 8hs em ponto é dada a largada aquele peteco todo, passa a ponte, separa o joio do trigo, decidão ate a terra e ai já sabem, porem, em uma das descidas tinha um tupiniquim fazendo assim com a mão (vai devagar).. o que? Eu, double eggs, nunca.. desci o sarrafo na bike e passei esmerilhando e rindo pelo cara... o “legal” tava querendo me dizer que tinha um buraco no meio da descida e claro, doble eggs bateram no banco.... a pancada foi tão suave que o aro abriu na emenda. A roda deu aquela leve empenada. Bom, pensei “vamos lá, ta na terra, nem vou sentir a puxada, freio a disco, nem vai pegar no aroito... nessa altura, a roda traseira alem de empenada estava solta, cada pedalada que eu dava, ela virava um tiquinho e pegava totalmente no freio... mas o magaiver com o seu super canivete de chave alem, de 20 real (2 tucunarés) pensou, vou tirar o freio e seja o que Deus quiser... e Deus quis mesmo, quis rir mais um tiquinho, a chave comeu na hr de tirar o parafuso e ai foi esperar o caminhão limpa trilha chegar e voltar pra cidade. Chega o caminhão, bota bike na caçamba e vamos lá. Acho que se tivesse entrado na maquina de lavar roupa teria sacudido menos...
Chego na cidade, vou pra batcaverna tomar um banho pra tirar a nhaca, chuveiro frio, CLARO, por 20 chinchilas quer o que? Pego a bike toda torta e vou pra rodoviária, pois o buzão sairia as 14:30hs... Que massa, 3hs de sampa, chego lá às 18hs... hâ hâ, sei... rodovia parada um transito lazarento na Dutra por causa de um caminhão que tombou e ocupou 2 das 3 faixas... legal né?... chegando na rodoviária as 22:40hs corri pro metro pois sabia que só ate às 23hs podia entrar de bike nele.. ufa pelo menos isso deu certo...
Pois é pessoal, essa foi mais uma aventura do Vai Encarar? filial São Paulo...
Espero que ano que vem, após pedalar e treinar muuuuuuuuuuuuuuito, eu traga novidades para vcs...
Um grande abraço do pão com ovo...
Este domingo enfronhamos 10 ciclopatas e fomos almoçar em Piri. Dois novos enfronhados mostraram que são brutos e encaram o pedal de peito aberto: Leo (Leo-Tagua) e André (amigo do Dread). Completam a lista: Janus, Rufiniuns, Dom Luis, Liere, Nino, porkim, Barrufa e DreadLock (com apenas dois míseros dreads escondidos na cabeleira). A saída estava marcada para as 06:00hs, mas obviamente não seguiríamos isso a risca. Então saímos umas 07:00hs, devido a problemas de várias ordens. Já começamos arrochando, pegando pesado e chegamos rapidamente a Águas Lindas. No trecho da BR até o Parque da Barragem desenvolvemos uma velocidade média próxima dos 40Km/h. Na travessia da cidade passamos todos juntos, para facilitar nossa segurança no trânsito.
O Nino estava estreando a nova configuração da Ninorama, mas mesmo assim ela insistia em apresentar um problema no central, e vez por outra parávamos para fazer um “ninja” no mesmo. O Leo estava ali concentradíssimo no pedal, sempre no bolo da galera. A povo se revezava na frente, puxando o ritmo e garantido uma boa fluidez ao pedal. O Porkim estava num daqueles dias de Alta Performance, literalmente com a gota numa briga com o Liere. O Dread e o André estavam ali, mandando ver. O Roberto e o Barrufa falaram que estavam Paus de Rato... acredite se quiser!
Na saída da cidade apertamos novamente o passo do pedal e já começaram a rolar uns pegas legais, e foi aí que alcancei 82Km/h na descidinha de acesso a Morada da Serra. Deste trecho em diante começou uma briga particular entre as rodas VZAN e as shimano, lutando metro a metro pela liderança do pedal. Ainda não chegamos no nível de ter aquelas mais afamadas e caras, então foram essas mesmo. A rapadura era o combustível, as pernas a transmissão e pulmão e coração o motor.
Rapidamente chegamos em Girassol, e nem paramos. Foram uma sucessão de pequenas descidas e subidas, todas já velhas conhecidas da maioria da galera ali presente, já que Piri ha muito se tornou um quintal de casa, e normalmente vamos almoçar de bike por lá. Passaram-se 40km, 50km e chegamos no Km 60, metade do pedal, quando aportamos em Edilândia. O Nino estava realmente guerreiro, pois sua bike estava com a coroa cortando o quadro. O departamento de engenharia foi acionado e resolveu o problema. Para isso foi comprado uma junta de motor de carro, a qual foi vítima de uma reengenharia para se adequar a nova função. Imagine como uma junta de vedação de motor pode ser usada num movimento central de bike??? Ficamos por ali por uma hora mais ou menos, comendo, bebendo, sendo urubuservados por uma moça que apesar de estar no colo de um suposto namorado não cansava de “bicar” todos os ciclões... aquela foi engraçada...
Resolvido o problema e muitas risadas dadas, seguimos na jipada. As rodas VZAN estava brigando com as Shinano raio a raio. Faltavam 30Km para nossa nova parada, em Cocalzinho. Arrochamos, as subidas que tinham por ali desapareceram, parece que aplainaram a BR. Pedalamos forte e logo estávamos em Cocalzinho. Uma hora de descanso e bate-papo e seguimos no pedal. O Parque Estadual da Serra dos Pireneus nos aguardava sob um escaldante sol de meio-dia. Enchemos novamente os Camelbaks e fomos encarar o grande dragão alaranjado. O dragão estava implacável, mas não venceria este clã de intrépidos encarosos nascidos e criados na poeira e na lama. Subimos a serra sem tomar conhecimento de suas dificuldades. Passamos pelo portal do parque, subimos mais um pouco e rapidamente chegamos ao Morro Cabeludo, onde tiramos a foto oficial. A partir de agora era só festa, com um grande trecho em reta até o mirante. A estrada estava bastante seca, o pedrisco solto aumentava substancialmente o risco de derrapagem e queda, mas mesmo assim arrochamos forte.
Chegamos no alto do mirante e esperamos um tempinho até estarmos todos novamente reagrupados para encarar a descida que dá acesso a cidade. Soltamos o freio na descida, e em pouco tempo já estávamos dentro da cidade. A fome era intensa, uns estavam realmente “brocados” e outros nem conseguiam comer. A cidade estava lotada, devido ao festival da primavera. Cumprimos nosso objetivo, que era o de almoçar na cidade, e então vazamos.
Em breve faremos um pedal proposto pelo enfronhado Leo. 300Km de asfaltex para MTB. Vai Encarar?
Fala rapaziada,
perdi esse pedal pra Piri. 10 enlouquecidos em suas cicloloucas velobikes...
Pessoal, vcs sabem q somos o q comemos. Eu assisti e indico essa palestra. Juntem a turma e vão ouvir o q comer, qdo comer, pq comer... Fortaleçam suas defesas naturais. Mantenham-se resistentes a doenças. O palestrante é um cara jovem, cabeça aberta, corredor, e conhece muito de alimentação. Confiram - http://www.via-vita.net
A próxima palestra será no dia 18 de outubro, uma quinta feira. Quem for de bike entra direto pela garagem, só diz q vai assistir a palestra sobre nutrição. O prédio fica ao lado do Venancio 3.000, e o auditório fica na garagem.
Boa sorte.
Flávio Krecke.
Domingo 16 de Setembro de 2007: Este escriba que vos escreve aceitou o desafio de encarar o Iroman Brazil Telecom 70.3, uma superação para quem há pouco mais de um ano atrás vivia de forma sedentária, estava 12 quilos acima do peso, tomava remédios para hipertensão, fumava e curtia os fins de semana regados à cerva e tal.
E a nossa história começa assim... era uma vez... um ciclão...
Em Julho de 2006 o Escriba resolveu chutar o balde da pasmaceira e do sedentarismo matriculando-se numas aulas de Spinning, após uns seis meses já de saco cheio daquele ciclismo acadêmico resolveu iniciar umas pedalações ao vivo. E com quem pedalar? Vasculhando a Internet conheceu diversos grupos de ciclismo aqui de Brasília: Os Vampiros, os Lembas, os Piriri e o admirado Vai Encarar? e então...
Janeiro de 2007, Ano Novo – Vida Nova! Bordão consagrado pelo uso. Estréia do Escriba nos pedais reais, seguiu a noite para o Parque da Cidade e eis que surgem os Vampiros Ciclões. Gente boa e solidária, pedalzinho pra lá de leve e boa prosa é o que não falta por ali... mas com 03 pedais deu para sacar que aquele lance de pedalar a noite era muito Gótico... além disto queria conhecer os prazeres do MTB.
Fevereiro de 2007 chegou a hora de comprar uma MTB e partir para o reino do barro, era chegada a hora daquele aprendiz de bicicleta adentrar por sua primeira trilha e conhecer os Lembas do Cerrado numa simulação dos 70 Km de Ceilândia. O pobre diabo ficou perdido e desidratado lá pelas bandas de Águas Lindas, os 70Km iniciais viraram longos e tortuosos 90 Km. Mal conseguiu voltar para casa, teve câimbras, teve febre, sentiu dor e bateu um desespero danado, mas não é que o infeliz gostou.
Vou falar uma coisa para vocês... o que o Escriba conheceu naquele dia foi o sentimento da Superação. E afinal o que é lá esta coisa? Superação é algo que você sente quando já passou, porque na hora é tanta dor e desespero que você não percebe. Mas podem ter certeza que a superação é um sentimento mágico que faz bem ao coração e a alma!
Recuperando-se da desidratação e vasculhando o site do Vai Encarar? O Escriba passava noites procurando uma nova superação, lendo fóruns, notícias e os diálogos...
Janus em 02/02/2007 13:51
Pedal cavernoso: Terra Ronca
Este sim é um pedal cavernoso, e como a galera está animada, nada melhor que confirmar a jipada!
Serão pouco mais de 500Km pedalados em dois dias até chegar lá. No primeiro pedal fomos por um caminho, no segundo por outro, e agora na terceira edição iremos por outro ainda desconhecido.
Chegando lá ainda pedalaremos umas duas centenas de quilômetros entre as cavernas e outras localidades. Este é o desafio do mês, a exemplo do desafio do mês de janeiro, que foi o pedal Goiás Velho duma lapada.
Daqui a uns dias já começará a rolar a listinha.
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Tá pensando que urubu é pássaro de gaiola?
Wesley Barrufa em 13/02/2007 22:22
Re: Pedal cavernoso: Terra Ronca
fala galera das pedalações cavernosas!!!!!!
estaremos nessa gipada ai, apesar de eu estar bem pau de rato, não pedalo a duas semanas, vou enfronhar nessa jipada ai sim, como essa semana é a ultima dos preparativos, temos que nos manifestar a respeito dos integrantes da cicloaventura, portanto confirmem ai galera, se não como poderemos calcular os viveres e os veiculos para o transporte? abração a todos!!!!!!
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WeSleY BaRruFa
"Uma coisa é um padre um menino e um jegue, Outra coisa é um pneu de caminhão" Filósofo Falcão.
Naquela dia Rogerban colocaria seu primeiro post no Vai Encarar...
Rogerban em Enviado em: 14/02/2007 17:02
Re: Pedal cavernoso: Terra Ronca
Pau-de-Rato?
Acho que ouvi a palavra mágica, sei não cada vez sinto mais vontade de encarar este desafio...
... seguinte ainda hoje confirmo se encaro ou não...
Uia... que frio na barriga.
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H.sapiens sapiens - Espécie eminentemente social.
Relato Serra do Rio do Rastro
Sexta-feira dia 01 de setembro de 2007, dois malucos do tão famigerado e temido grupo VAI ENCARAR resolvem desbravar SC e seguem com destino a cidade de Orleans, isso mesmo, Orleans-SC, saem de casa em meio a um temporal, desvencilhando dos tornados em sua volta, lutando contra ventos de mais de 100 km/h, com suas bikes carregadas pelo possante vermelho do brodis Curupius até a rodoviária para pegarem o buzum para Orleans-SC onde dormiriam para seguirem no outro dia com destino a Serra do Rio do Rastro.
Pela manhã levantaram bem cedo, tomaram café, pegaram suas bikes infernalmente pesadas por conta dos alforges com todo aparato necessário para a jipada. Por sorte do destino, os DEUSES do pedal trouxeram um dia bem diferente do anterior, um dia frio, um sol tímido e sem chuva, mas mesmo assim nos preparamos para o pior, pois se alguém do grupo esperasse por moleza, apertaria a bunda da Hebe Camargo. No meio do caminho o tempo começa a esquentar, o anorak a ferver suas almas, foram forçados a parar e retirar um pouco grossa armadura para resfriamento das engrenagens, pois como diz o sábio ciclão Rufinius, “As engrenagens não podem parar.”. No meio da serra descobriram um quiosque com o melhor caldo de cana do universo, preparado com muita pedaloína e limão. Recarregadas as baterias, seguiram serra acima, o calor castigava o brother Sir Curupira, a sentir todos os ferimentos da última queda no pedal da vakosa curupirense, dores fortes no ombro e mão. Mas o que mais o preocupava não era isso, e sim o medo de cair e quebrar novamente sua unha, pois tinha um segredo que ele impediu de contar no relato anterior, ele chorou muito no tombo que levou no pedal da vakosa curupirense, não revelando antes por repressão, afinal ele era o anfitrião da casa, e contrariá-lo seria o mesmo que ser expulso sem destino, mas sabe como é né gente, o que acontece no pedal morre tudo no site, ninguém fica sabendo. Tadinho, gritava o tempo todo: “Minha unha, minha unha, como vou viver com minha unha quebrada... snif, snif.”. O Taz, o cara mais brother do mundo, o tempo todo dando força, dizendo que unhas vão e vem mas o pedal é eterno, mas estava inconsolável, só recuperando a vontade de viver depois que a ciclona Mariana o passou uma super receita retirada do fundo do baú de técnicas que só o grupo Vai Encarar conhece de como reconstituir a unha em uma semana.
Bom voltando ao pedal, incomparável dizer a vista da serra enquanto subiam, coisa de louco, o final da serra se encontrava a mais de 1400 metros de altitude e continuavam fortes, resistentes, mesmo com todo medo que o Sir Curupius estava por conta da unha. No meio do caminho pararam em outro quiosque, agora com uma atendente de 13 anos, que segundo o Curupas será o mais novo sucesso das paradas de sucesso da música, a menina tinha uma voz realmente lindíssima.
Continuaram o pedal, subida, vista linda, subida, vista linda.... finalmente chegaram no final da serra no município de São Joaquim, o mirante os proporcionou um orgasmo visual, toda estrada da Serra do Rio do Rastro percorrida, infelimente Curupas recebeu um telefonema e teria que trabalhar de madruga, tivemos que alterar nossos planos, nada muito comum no grupo Vai Encarar, pois tudo que planejamos no papel de lá não sai, kkkkkkk.
Rota revista tinham pouco tempo para chegarem à cidade de Lauro Miller, pois decidiram descer a serra novamente em virtude do pouco tempo para pegar o último buzum. Arrocharam alucinadamente na volta, os cateyes marcavam uma velocidade jamais descritas nas jipadas do grupo, chegaram em cima da hora, 05 minutos antes da saída do último buzum, mas tiveram que fazer baldeação em outra rodoviária pois em Lauro Miller não tinha mais buzum direto pra Floripapólis, lá pegaram outro buzum e retornando a capital catarinense por volta das 22h30, foi uma grande aventura, posteriormente Sir Curupius seguiu pra ralação de madruga e Sir Taz desmaiou no berço sagrado, tava cansadaço, pois arrocharam muito na volta.
“Só posso dizer que o pedal foi simplesmente demais, fica aí o desafio de pensarmos em realizar uma jipada por SC todo o grupo. Deixo aqui também meus agradecimentos ao grande brother Curupius, que abriu as portas da sua casa e descobri assim mais um grande brother no grupo e pude ver o quanto ele ama esse grupo de malucos. Valeu Brother, me aguarde novamente aí pra terminamos a jipada com a Serra do Corvo Branco. Abraço e até a próxima jipada.”.
O III Rally de Regularidade de Bicicletas do DF vai acontecer nopróximo dia 7 de outubro (domingo), no Núcleo Rural Casa Grande. Por ser um Rally de Regularidade, o que importa não é chegar na frente,mas, sim, seguir a planilha de navegação e chegar no lugar certo, na hora certa. O percurso deste ano terá cerca de 19km para iniciantes e 25 km para graduados. Teremos seqüências de estradões, trilhinhas fáceis, estradões com talco (ou lama, se até lá chover), um pouquinho de morros e, claro, trechos que pedem espírito de navegador. A duração é de 3 horas, o que significa uma média de menos de 8km por hora.
Para aqueles que não estão acostumados a pedalar, recomendamos a categoria Turismo. Para os que já pedalam com frequência, gostam de um desafio maior (tanto em quilometragem quanto em dificuldade) ou querem navegar com equipamento integrado (Compass Mega, Compass 2006 ou Totem Colossus), a inscrição deve ser feita na categoria graduados.
Os participantes recebem colete numerado, plaqueta de identificação e a planilha. Faremos, este ano, uma aula de navegação e tira-dúvidas no sábado que antecede a prova. E, durante a prova, os ciclistas terão no neutralizado principal e na chegada, frutas e água à vontade. Ainda não está certo, mas talvez tenhamos também o almoço na chegada, até que o resultado seja liberado.
As inscrições poderão ser feitas na página www.clis.org/bike ou nas lojas participantes, em breve, e o valor será R$ 35,00 (trinta e cinco reais).
Abraços,
Clis
Somos corredores amadores de Uberlândia e já participamos de muitas provas de rua por este país, como São silvestre, volta da Pampulha, meio maratona do rio, maratona de São Paulo, Tribuna de Santos e diversas outras, sendo que também pedalamos e gostamos de aventura..
Neste ano resolvemos pedalar pelo nordeste (o que já havíamos feito de carro).
Então levamos nossas bikes (uma scott e uma caloi), de carro até brasilia , e de avião até Natal-RN a partir de onde pedalamos na beira mar, na rodovia 101, em estaduais, na areia, sobre terra batida e por trilhas até salvador.
Rodamos 1344km superando o trânsito caótico da 101(GRAÇAS A DEUS QUE FORAM “APENAS” 140 KM), pegando subidas, encarando o vento e a chuva!!! a sorte é que durante parte do dia abria aquele sol de rachar mamona. Ficamos fisicamente muito bem, comendo muita coisa gostosa, bebendo muita água de côco, dormindo em lugares bem legais, tirando os pernilongos que teimavam em nos fazer companhia.
É engraçado pois quando você se propõe a fazer uma viagem dessas, você visualiza de um jeito e quando da execução a coisa se transforma totalmente, te obrigando a se adaptar a diversas situações. A bicicleta é uma ótima forma para conhecer os lugares, mas por outro lado, inviabiliza conhecer tudo, pois quem paga o pato são as pernas né! vimos vários lugares bonitos, um mais que o outro, e também muita pobreza... a vontade é de tirar fotos toda hora e compatilhar com todos... mas acho que isso a pessoa tem que conhecer pessoalmente.
Grande abraço
VALEU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!





Olá amigos do Vai Encarar, vou relatar brevemento o segundo pedal que aconteceu entre Vai Encarar Brasília e Vai Encarar Floripa e um membro do MtBB.
Saímos no sábado cedinho, 08h00 horas já estávamos nos encontrando (eu e Curupius) com o Vítor, um membro desgarrado do grupo Mountain Bike Brasília. Como sempre imprevistos aconteceram e os outros membro do Vai Encarar Floripa (Mariana e Felipe Pilhadinho) se atrasaram e demos início ao pedal bem no horário Vai Encarar, 11h40 da matina.
Logo de cara pegamos um pedreira subindo o morro, uma subida sinistra que ninguém conseguiu fazê-la pedalando, foi um empurra baike terrível, muito cascalho solto, o pneu da bike não agarrava ao solo e logo muito difícil realizar o giro.. bom depois de muito empurra bike acima, finalmente conseguimos pedalar, perna para quem te quero, nem meio termo alguns brodis foram atacados por pequenos papacus, mas nada de muito grave.
Em determinado ponto o nosso guia Felipe Pilhadinho adentrou no mato a procura da trilha para continuarmos nossa enfronhada, nisso o curupius deu por falta de seu ?Cateye, logo pensei, caracas, foi-se mais um. O Vítor logo deu a idéia de recorrermos a tecnologia Vai Encarar Fotolística e verificar em que ponto o cateye não apareceria mais nas fotos, daí tivemos uma idéia de onde a onde poderia ter caído o cateye, então fizemos dois grupos, Eu e Curupira voltaríamos na caça do cateye, enquanto Vítor, Mariana e Felipe Pilhadinho enfronhariam-se no mato a busca da trilha perdida.
Na ída de busca do cateye não encontramos nada, eis que curupira teve uma idéia e numa banquinha escondida na trilha comprou um par de olhos de lince e voltamos fazendo o pente fino, resultado, eis que curupira avista seu cateye, precisavam ver a cara de felicidade, ele gritou, pulou, sorriu, chorou (cena muito estranha, mas sabe como é, não vamos discriminar). Ao chegarmos ao ponto de separação dos grupos, Felipe Pilhadinho já tinha achado a trilha e estava com o restante da galera curtindo o visual do topo do morro, que é simplesmente deslumbrante.
Dali em diante tocamos rumo morro abaixo, segundo o Felipe Pilhadinho, uma trilha bem definida (kkkkk), tivemos que desbravar a trilha na força, sem falar que lá se fomos morro abaixo com bikes nas costas (faz-me lembrar poço azul radical), em meio a descidas pelo mato, vários papacus traisoeiros atacaram a mim, curupas e mariana.
Ao terminar a trilha do carrega bike morro abaixo, avistamos um fazendo por onde passamos rapidinho e fomos fazer um lanchinho logo na saída pra continuarmos o pedal, e aí que demos conta que o curupira, numa tentativa de pedalar morro abaixo filmando a galera (calma Liere, sua cam ainda está funcionado), se estabacou, destruindo sua canela e por pouco deformando o curupira na sua perna, todo ferrado, Felipe Pilhadinho cuidou de seus ferimentos, hematomas e osso expostos, enquanto Vítor sofrio pra tentar rancar a sapatilha do pedal que insistia em não sair, bem estilo triatlon.
Dali seguimos um pedaço de asfalto e que no percurso um grupo de papacus disfarçados de cachorros raivosos do resident evil atacam o curupira, ele na tentativa de se desvencilhar do ataque tentou fazer um manobra arrojada (um salto carpado duplo seguido de um mac twist dobrado com um empuxe na tentativa de acertar o queixo de um dos papacus) e pimba, sofreu um estabaco gigantesco, ele deu três giros no ar, caiu de CUtuvelo trancado no chão (detalhe a cotoveleira partiu), saiu se arrastando pelo asfalto na tentativa de aliviar a queda, espalhando um pouco de sua pele recem formada na área (acreditem ele ficou 3kg mais leve depois da queda, tudo de pele que perdeu, pena que não conseguiu arrastar-se de barriga, pelo menos o bacon do panceps teria diminuído). Mas tranquilo, ele ficou meio desnorteado no meio do asfalto, sem sentidos, sem parte do joelho, com a mão dilacerada (mesmo com uso da luva). Eis que surge o grande Taz maníaco e o tira do meio do asfalto antes que um caminhão enfudecido o atropela-se (viva o Taz). Daí entrou em ação o médico Felipe Pilhadinho, fazendo uma assepsia nos ferimentos e amarrando os ossos e peles soltos pelo corpo. Não entendo pq ninguém na trilha me deixa atuar na área de primeiros socorros (na hora lembrei do kiko, eu querendo ajudar e a pessoa, não , não , vc não), aff, não sei pra que fiz cursos de primeiros socorros e urgência.
Depois disso tudo seguimos rumo nosso destino, que ainda distavam uns 30km, dali em diante resolvemos seguir por asfalto por conta do nosso brodis curupira, que nessa altura já era um brodi deficiente, todo estrupiado, com dores e hematomas por todo o corpo, mal conseguia segurar a direção da bike, tadinho (kkkkk).
Bom chegamos todos vivos e inteiros , ops, menos o curupira, que faltava alguns dedos, ossos, peles e mais alguma coisa, mas chegamos, fomos ao café da lagoa, brindamos ao fim do pedal, naquele famoso social e fomos embora, pois mais noitinhas fomos todos pra casa do Felipe Pilhadinho saborear uma engravanhaça feita pela sua mãe Dona Teresa, um sopão mágico, com direito a vinho e um musse de maracujá sinistramente delicioso.
É isso galera, o pedal foi demais, asfalto, trilha fechada pela mata, empurra bike,desbravamento de trilha, estabacos, papacus, etc, tudo que uma boa trilha Vai Encarar oferece.
Diante disso perguntamos: e aí Vai Encarar?
TIGER WOODS venceu este final de semana seu 13° título de MAJOR se tornando um dos maiores golfistas da atualidade e se mantendo como número 1 do mundo.
Woods é filho de um afro-americano veterano do vietnam com uma tailandesa, o que o torna multiracial.
Da mesma maneira que Roger Federer suas atividades filantrópicas se iniciaram antes de se tornar um ídolo. Em 1996, um ano antes de vencer o 1° Master, Woods estabeleceu a Fundação Tiger Woods para desenvolver projetos e programas de atividades para crianças necessitadas.
Tiger acredita que dar um bom exemplo para a sociedade é mais importante do que o Golf.
As 3 poderosas citações de Tiger Woods
1. EU SORRIO PARA OS OBSTÁCULOS.
Sorrir para as dificuldades significa que você é maior que seus problemas, porque você crescerá se enfrentar com alegria as dificuldades.
2. MEU DESEJO PODE MOVER MONTANHAS.
A habilidade de compreender onde estamos, e olhar para o lugar onde podemos chegar, independente das barreiras, criando um plano e trabalhando para alcançá-lo pode nos trazer recompensas incríveis.
3. EU FAREI ISSO COM TODO MEU CORAÇÃO.
Quando fazemos tudo com paixão, os desafios ficam interessantes e ficamos mais motivados para enfrentar os problemas e solucioná-los.
